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Jabazera FM (Diario FM de Marilia)
Mandei o seguinte e-mail para algumas rádios que mantém programação pela internet ou difusão convencional:
"Olá, sou produtor da cantora e compositora paulistana Olivia que está lançando agora o sexto CD, Só a música faz Gostaria de sugerir pauta na rádio para entrevista com a cantora e também solicitar divulgação de músicas através da rádio, estou à disposição para dúvidas e esclarecimentos, para conhecer o trabalho da artista acesse: www.olivia.com.br
Muitas responderam e foram bem atenciosas comigo. Outras sequer deram atenção. Natural. Porém a Radio Diário FM de Marília - SP teve a cara de pau de mandar a seguinte resposta:
-----Mensagem Original----- Para: Enviada em: segunda-feira, 5 de outubro de 2009 08:15
Pra dar entrevista ou tocar a musica na Diario Fm de Marilia tem que ter promoção: A promoção , é so você escolher um dos itens abaixo: 07 mp7 05 mp 10 05 praystation 02 02 praystation 03 03 microphone shure sm 58 - 500 100 camisetas(a Rádio manda a logo) É só escolher um dos itens e mandar a musica pra gente ouvir.... Será tocado 02 vezes ao dia durante 45 dias, podendo(tocar mais dependo de pedido)...Diario Fm
Então, escrevi novamente:
olá, não entendi. Sou produtor musical e estou perguntando se interessa incluir a música do artista que eu trabalho na programação, não desejo participar de promoções, obrigado
E alguém, que não se identifica, pois não assume a prática de usar um meio de comunicação para obter lucro de maneira indevida, e ignora que a concessão de espaço em rádio não pode ser pautada nessa chantagem idiota respondeu avisando, que se não mandar os produtos, não tem jeito:
VOCÊ NÃO ENTENDEU MESMO......PARA TOCAR NA RADIO VOCÊ TEM QUE ARRUMAR ALGUM DOS ITENS QUE TE PASSEI.................. SE NÃO NÃO TOCA...................NEM FAZ ENTREVISTA.........................DIARIO FM
Minha resposta:
"Isso se chama "JABÁ", e não promoção! Seu e-mail esta guardado aqui, obrigado"
E lá veio ele (ou ela) de novo: -----Mensagem Original----- Para: Enviada em: segunda-feira, 5 de outubro de 2009 12:37 Assunto: Re:
QUE EU SAIBA¨JABÁ É DINHEIRO¨......ESSA PROMOÇÃO É PARA A GENTE SORTEAR NA PROGRAMAÇÃO DIARIA DA RÁDIO PARA OS OUVINTES?????? NEM PRECISA MAIS MANDAR NEM UM EMAIL.... ESQUERCE A RÁDIO......VOU TE EXCLUIR DO EMAIL.
Respondi:
hahahahaha...relaxa
Então quer dizer que pedir produtos, tais como "praystation" não é jabá? Vejam só...
Escrito por Preto às 12h51
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Casa na árvore
Quando criança, alguns de nós sonhamos com uma casa na árvore. Aqui vai alguns modelos pra nos fazer sonhar novamente. Escolha a sua: 






Escrito por Preto às 01h14
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Cidade Suja
Passeando por alguns bairros de São Paulo no final de semana, notei a sujeira espalhada pelas ruas. Que o povo de São Paulo é porcalhão eu não tenho dúvidas. E por povo, entende-se toda e qualquer camada social, pois já vi tanto usuário de ônibus urbano como dono de carro de luxo jogar bituca de cigarro de dentro desses veículos sem o menor pudor. A falta de educação, de respeito e civilidade é tamanha que é possível arrumarmos uma grande confusão caso chamemos a atenção do sujismundo. A educação vem do berço, da escola e do aprendizado no dia-a-dia. Alguns, dentre os mais pobres, não frequentam a escola, e contam com essa justificativa por parte daqueles que os defendem. E isso é assunto complicado. Já a evasão escolar entre os ricos, creio que seja inexistente, e toda escola que se preze ensina a não sujar o espaço público ou particular. Mas o dever é de todos e não se pode isentar pobres nem ricos. Todos formam a cidade. Então é aí que entra o poder público. Onde estão as campanhas educando o povo? Por que não se aplica multas aos porcalhões? E principalmente, onde estão os varredores de rua? Enquanto o povo não toma vergonha na cara, não se pode deixar de limpar a cidade. Afinal, meu IPTU não serve pra isso também? Não jogo nada nas ruas ou calçadas. Reciclo meu lixo e exijo morar num ambiente mais agradável e limpo. Cidade suja é cidade abandonada e é na sujeira que proliferam muitos problemas. Ambientes degradados convidam criminosos. Hoje, num curto caminho entre minha casa na Vila Pompéia e uma agência bancária, deparei-me essas imagens grotescas que ilustram o que digo: 




Escrito por Preto às 15h43
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Olivia - "Só a música faz" no café Paon

Escrito por Preto às 00h19
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José Serra e os fumantes
Com medo de perder votos entre eleitores fumantes, José Serra pode adotar um novo estilo: 
Em tempo, gostei e apoio a nova lei. Fumantes podem muito bem sair do estabelecimento e fumar na calçada. Saúde (de quem não quer se tornar fumante por obrigação) vem em primeiro lugar.
Escrito por Preto às 23h36
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E o Compact Disc já era?

Lembro muito bem de uma reunião com representantes de selos (pequenas gravadoras), artistas independentes, músicos, compositores e o pessoal da Tratore, realizada em meados de 2006 em que não se falava outra coisa a não ser do fim da era do CD como formato físico de se consumir música. Os principais jornais estampavam em seus cadernos de cultura que o fim estava próximo e o velho CD estava com os dias contados. Assim eram também as capas das revistas especializadas que afirmavam que a música digital chegara para desbancar a mídia que nos encantou na década de 1980. Pois bem, o tempo passou e os artistas ainda lançam CDs. Essa semana, numa fábrica de CDs a conversa era entusiasmada. Os pedidos continuavam chegando e a empresa estava bem obrigado. É óbvio que não se pode comparar os tempos atuais com os tempos áureos do CD, ou mesmo da época de ouro das grandes gravadoras, quando vendiam seus vinis e torravam muito dinheiro com projetos esdrúxulos de marketing ou com o famigerado jabá, coisa que estragou irremediavelmente a relação da boa música e dos bons músicos com as rádios e TVs do país. Mas verdade seja dita, os profetas do apocalipse do Compact Disc erraram na profecia no que diz respeito à data do funeral da tal mídia. Naquela reunião, a opinião dos experts que davam como certo o fim de uam era foi muito discutida e poucos ousaram contestar as previsões. O fato é que até então, parece que seu substituto não vai muito bem das pernas, ao menos no Brasil. Falo como leigo e não como profundo conhecedor do tema. O que vejo é que a "bolachinha" resiste bravamente. O CD esta aí, para cantores e músicos, como forma de mostrar um novo trabalho. Acho simpático receber um CD de um novo artista. É de bom tom entregar um CD para quem ainda não conhece seu trabalho. Jornalistas ainda os recebem para tecer suas críticas. A capa do CD ainda é plataforma para fotógrafos e designers expressarem arte e conceitos artísticos. Talvez não seja mais tão atraente quanto fora um dia comercializá-lo, mas num mundo em que o vinil reaparece surpreedentemente, o CD ainda tem o seu lugar.
Escrito por Preto às 18h16
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Bring the boy back home
Escrevi essa música inspirado no caso David Goldman. Um drama kafkiano, onde um menino nascido nos EUA, veio para o Brasil trazido pela mãe brasileira sem a anuência do pai, e não mais retornou. Após o falecimento da mãe, a família brasileira se nega a mandá-lo de volta pros EUA. Uma grande confusão que se arrasta desde 2004.
Depois de gravada por Olivia, (a canção é parte do CD "só a música faz) fiz uma montagem de fotos que peguei na internet e postei no UOL MAIS. A primeira versão desse clip foi publicada também por um blogueiro (Eduardo de Oliveira) brasileiro radicado nos EUA. Gerou mais de 800 comentários. A maioria, sobre o caso polêmico 
A notícia fala sobre uma decisão do STF e Eduardo mencionou a música também: http://oglobo.globo.com/blogs/brasilcomz/posts/2009/07/30/gilmar-mendes-derruba-habeas-corpus-de-silvana-bianchi-209831.asp
Então resolvi fazer uma nova versão do clip sem as tais imagens. Recebi um e-mail de agradecimento pela atitude de Mark DeAngelis, co-fundador da Bring Sean Home (www.bringseanhome.org) Paulo, First of all, sorry for the delay in responding to your email. We receive many emails to the Bring Sean Home account and sometimes we're slow in reading them and getting caught up. I would like to say on behalf of everyone working for the Bring Sean Home campaign that we are very moved and touched by this beautiful gesture. As a friend of David Goldman, I can tell you that he was surprised by this lovely song and wishes to thank Olivia and all of you who helped put this together. We really appreciate your support. Warm regards
Enfim, como compositor escrevo movido por sentimentos e não entro no mérito judicial da causa, mesmo por que, toda causa tem obrigatoriamente dois lados. Porém, um dos lados, o do pai, chamou mais minha atenção, e sua luta pela guarda de seu menino e todo o amor por ele me fez escrever a música. A decisão do certo ou do errado neste episódio, cabe à justiça. A um compositor cabem outras coisas. Não quero com isso ficar em cima do muro, e com base no que sei sobre o caso, minha opinião é de que o menino SG volte aos braços do pai.
http://mais.uol.com.br/view/293566 ou http://www.youtube.com/watch?v=GZugK5IL8gU
Escrito por Preto às 14h40
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Café Paon apresenta Olivia

Escrito por Preto às 19h11
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Os importantes

Então ela me pede para eu passar um e-mail. Mas não foi tão simples conseguir o tal e-mail. O endereço eletrônico é de um sujeito, ela, no caso, trabalha pra ele. Então faço o que ela disse e contato o tal sujeito por e-mail. Ele não responde. Tento de novo. Nada. Pego o telefone e ligo. Ela diz que ele recebeu e vai responder. Mas ele nunca responderá. Ligo e tento falar com o sujeito. Ele esta sempre numa reunião. E a reunião irá durar para toda a vida. Desculpa tradicional; reunião. Depois de outras tentativas faço o que era pra ter feito desde o início. Desisto. Ele não quer saber de ouvir o que eu tenho pra dizer, propor, sugerir, pedir ou coisa que o valha. E olha que eu não estou pedindo dinheiro...
Ele não é um. São muitos. Não seria mais fácil que alguém dissesse em seu nome que ele não quer falar comigo?
Penso e concluo: Não! Pois não haveria a graça dele se achar importante ignorando-me. Logo, sou importante pra ele. Pois ignorar as pessoas faz parte da sua doença.E ela gosta de estar doente. Manter-se doente. E agindo assim contribuo para que ele continue com sua enfermidade mental.
Outro exemplo: Escrevi para uma "fotógrafa" pedindo uma dica. Ela ignorou minha mensagem. Uma semana depois, entrei em contato através de outro endereço que tenho, dessa forma ela não saberia que eu sou a mesma pessoa do e-mail anterior. Só que dessa vez perguntei-lhe como faço pra comprar um produto que ela vende (e que venhamos, me encheu o saco mandando spams dessa porcaria). E o que aconteceu? Ela respondeu minha mensagem em contados 29 minutos de presteza e interesse. Fico pensando, como brasileiro, em como vamos mal em diversas questões da vida pública. Grupos econômicos esfolando o consumidor. Correntes políticas jogando o jogo sujo da sacanagem ideológica. Grandes detentores do capital fazendo do pobre coitado apenas um boneco sem voz no seu teatrinho imbecil. E penso em tudo o que nos falta como saúde, educação, segurança, transporte de qualidade. Lá pelas tantas, nas relações mais próximas, coisas cotidianas, encontro esse bando de imbecil dando uma de importante pra cima de mim, de vc e deles mesmos. Perco um pouco a esperança. Esse é um país miserável. E eu, ingênuo, espero que as pessoas retornem telefonemas, e-mails, recados... Ora, vão tomar nos seus cus!!!
Escrito por Preto às 19h52
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As maravilhas da tecnologia
Houve um tempo em que os entusiasmados chegavam gritando que o filme fotográfico era coisa de fotógrafo ultrapassado. E eles tinham razão. E te lançavam um olhar de desdém e repúdio como se você fosse um saco de lixo radioativo. Isso faz uns 7 ou 8 anos. O negócio bom mesmo era a câmera digital. E eles tinham razão. "A câmera digital chegou pra facilitar sua vida". Isso era outra coisa que eles gritavam na sua cara. Bastava ter algum dinheiro para comprar sua câmera, seu computador seu cabinho usb e um software para você tratar as imagens captadas com 5, 7, 8 ou 10 megapixels. Então, depois você podia dar um upgrade no teu equipamento (upgrade, em tradução libérrima deve querer dizer subir na grade, provavelmente pra ficar olhando o vizinho ultrapassado, de cima pra baixo) e adquirir um laptop (esse termo, desconfio, deve querer dizer algo como ficar por cima do vizinho também, sei não...). Agora sim! Você só precisa de uma conexão banda larga e um modem ou um lugar com wi-fi (não, não tem teor alcoólico nisso - ainda) pra transmitir as setecentas e trinta e cinco fotos de um protesto de três designers que se rebelaram contra a lentidão de seus sistemas operacionais. Fotos essas que couberam no seu cartão de memória que você fez com a câmera digital e prontamente descarregou com o cabinho usb no seu laptop e tratou no seu software. Viu que maravilha? Precisamos fazer tudo isso muito rápido por que alguém esta ávido por uma imagem enquanto se enche de bobagens de um blog como esse, sentado em um café em alguma cidade deste planeta que vende laptops cada vez mais rápidos e que armazenam cada vez mais coisas. E eles tinham razão. Só não sei por que. 
Escrito por Preto às 01h03
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Opinião
Não há como fugir disso, as pessoas opinam. E como se já não bastasse as pessoas serem fontes inesgotáveis de problemas no mundo, elas fazem questão de opiniar sobre todo e qualquer assunto. Música, drogas, política, epidemias, sexo, cinema, moda, esporte... E isso torna-se muito chato a medida que vamos lendo opiniões diversas para os mesmos temas. Ultimamente tenho gostado dos que não opinam. - O que você acha disso? - Não sei. Excelente! E essa é minha opinião...
Escrito por Preto às 23h55
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"Shows"

Escrito por Preto às 16h55
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Teta Jazz Bar

Imagine um lugar em São Paulo em que você é bem atendido desde a chegada, na porta, às vezes pelo próprio dono do estabelecimento. Imagine que nesse lugar você pode ouvir boa música, encontrar gente bacana, comer e beber do bom e do melhor sem gastar fortunas, e se estiver solteiro (a), conseguir uma boa paquera. Toda a equipe da casa é cordial e bem humorada, o espaço é simples mas muito aconchegante. Imagine um chopp gelado, uma carta de vinho honesta, uma caipirinha muito bem feita e uma cozinha caseira e saborosa onde o requinte e capricho são marcas registradas.
Imagine também que nesse lugar há shows diários de jazz e outros gêneros bem próximos dele que são lembrados pelos ótimos músicos que passam por lá. E por falar em músico, se esse for o seu caso, pense no prazer de tocar num lugar em que você recebe atenção do público que te prestigia e o cachet combinado você recebe das mãos do proprietário, coisa que venhamos, não ocorre em diversas casas espalhas pela cidade, onde a falta de respeito pelo músico e a enrolação na hora de pagar pelo teu trabalho é uma constante. Nesse lugar, seja cliente ou músico, você é merecedor de atenção e carinho
Imaginou? Então, esse lugar existe, chama-se Teta Jazz Bar e fica em São Paulo, em Pinheiros e você pode conferir tudo isso indo lá de segunda a sábado Confira: http://www.tetajazzbar.com.br
(Uma sugestão: peça um fundo de alcachofra coberto por três queijos e manjericão. Você não imagina o quanto esse prato pode ser gostoso)
Escrito por Preto às 23h44
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Militares - Hoje é festa??

Se há 45 anos atrás houve um golpe, é por que coisa boa o Brasil não era. Sem entrar no mérito se o golpe era ou não necessário, se de fato, havia ou não perigo de uma ditadura comunista instaurar-se por aqui, aconteceu que os militares varreram essa possibilidade e instauraram eles uma DITADURA. Sim, uma ditadura, e que a Folha de São Paulo não tente disfarçar com neologismos babacas. Então, para se afastar uma coisa ruim, vieram com outra. Ditadura alguma é boa. Sangrenta ou não. Por um mês ou por vinte anos, ela traz desconfiança e atraso. E se a democracia tem suas falhas, ainda não inventaram coisa melhor. Por isso, acho execrável festejar a data. Os militares podiam sim relembrar os fatos, mas fazer festa como fizeram no Rio, acho descabido. Comemorar o que? Tirar do cidadão o direito de escolha, a liberdade de expressão e a simples possibilidade de se manifestar através de um texto como esse, não é digno de comemoração alguma. Isso pra dizer o mínimo, sem mencionar perseguições, tortura, mortes e a censura
Comunistas tiveram culpa? Militares tiveram culpa? E nós com isso? O resultado nefasto dessa estupidez pode ser sentido ate hoje
Escrito por Preto às 15h28
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I love the blues
"E se eu me pintar de azul...
trocar minha voz com um cantor de blues?"
Escrito por Preto às 23h42
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